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O Brasil no ranking da proficiência mundial em Inglês

Brasil registrou em 2018 uma pontuação menor do que a do ano de 2017 no ranking do Índice de Proficiência em Inglês

O Índice de Proficiência em Inglês (English Proficiency Index – EPI, em inglês) foi criado pela Education First, EF, em 2011, empresa de educação internacional que combina o aprendizado de idioma com intercâmbio cultural e tem como objetivo avaliar as habilidades de idioma foco, em 88 países ou regiões no mundo que não têm o inglês como língua nativa.

O EPI está dividido em cinco categorias de proficiência: “muito alta”, “alta”, “moderada”, “baixa e “muito baixa. O Brasil sempre esteve no grupo dos países com “proficiência baixa”, excetuando-se, apenas, no ano de 2012, quando obteve o índice de 46,86 e se enquadrou como “proficiência muito baixa”.

Em um país com “proficiência baixa”, segundo a metodologia de estudo da EF, as pessoas são capazes de fazer turismo em um país de língua inglesa, envolver-se em conversas com colegas e entender e-mail simples de colegas. Enquanto que na “moderada”, as pessoas podem ir um pouco mais além e escrever, por exemplo, e-mails profissionais sobre assuntos conhecidos, entender letras de músicas ou participar de reuniões em uma área de especialização. Já ler um jornal, compreender programas de TV ou fazer uma apresentação de trabalho são tarefas de nível “alto”.

o Brasil caiu do 41º para 53º lugar no ranking mundial do nível de conhecimento de inglês e registrou a pontuação de 50, 93 na edição de 2018. De acordo com o relatório de estudo da EF, a pontuação foi inferior ao ano anterior, de 2017, no entanto, o Brasil, permaneceu no grupo de países com “proficiência baixa”, sem progresso algum no ranking mundial. Ao contrário houve um recuo no processo.

Em nota, a Education First nos revela também que a “América Latina se apresenta como a única região do mundo que passou por declínio na proficiência em inglês” e que “sistemas educacionais de baixo desempenho e altos níveis de desigualdade econômica dificultam os esforços para melhorar a proficiência no idioma nesses países”. Considerando todos os 17 países latino-americanos que entraram no ranking, o Brasil teve a pontuação semelhante à média que foi de 50,33. Argentina, foi o país que obteve a maior pontuação do continente e o que teve a menor nota foi a Venezuela. O Brasil, o Panamá, o Peru, a Colômbia e o Equador também tiveram leve queda na pontuação.

A Europa continua a ser o líder global na proficiência em inglês. Oito dos dez primeiros lugares do ranking são ocupados por países europeus. Pela quarta vez nesses oito anos de EF EPI, a Suécia ficou no topo do ranking, deixando a Holanda em segundo, seguida por Singapura, todas classificadas com “proficiência muito alta”. A Líbia obteve o pior resultado entre os países classificados com “proficiência muito baixa”.

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